Ao Acordar


Amanhecer escorregando sob a pele,
Que suave no raiar movimenta-se,
Espreguiçando-se ao abrir dos olhos.
Um pulo.
Um bom-dia.
Princípio da semana que nasce e morre
Tão rápido quanto a melodia.
O som da água,
O cheiro matutino de café,
Vestindo seus encantos
Com sua elegância diurna sai.
Ela batalha por seus sonhos
Enquanto transpassa ruas,
Enquanto transeunte,
Enquanto coadjuvante.
Ela está buscando a vida que é para ser sua.
Nos caminhos que cruza,
A chuva que cai,
Os ruídos que se entrelaçam,
Quem sabe é para assim ser.
Talvez cruze com o amor hoje.
Ela está lutando em seu cotidiano,
Enfrentando gigantes e moinhos
Com sua elegância diurna,
Com sua esperança matinal.
Ela está no encalço da vida que é para ser sua.


Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.
 

This entry was posted on 15 de fev de 2013 and is filed under . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.

2 Responses to “Ao Acordar”

  1. Li, pensei e comentei.Ótimo ! parabéns pra vc.

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  2. Ah nao para.
    Além de boa resenhista é poeta agora.
    Essa sua poesia traduz tdo que mentalmente passamos ao acordar, muito bom.
    Eu nao enfrento muito coisa, só meu mau humor matinal rsrsrsrs

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"Nunca houve no mundo duas opiniões iguais, nem dois fios de cabelo ou grãos. A qualidade mais universal é a diversidade." [ Michel de Montaigne ]

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