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Quando o silêncio fala mais alto

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Apenas isto - o silêncio - é tão maravilhoso. 
Uma cena memorável é composta de um belo cenário, uma atuação bem pontuado, uma sonorização adequada e um diálogo recompensador, certo? Será mesmo? O cinema mudo existe para comprovar que muitas vezes é no silêncio de um olhar que conseguimos ouvir além do óbvio. Quando vi a imagem acima logo me permiti viajar naquele acervo cinematográfico mental que todo o apaixonado pela 7.ª arte tem e separar alguns momentos imprescindíveis da era mais "quieta" dos filmes. Nesta "brincadeira" fiz um lista com 5 cenas, as quais compartilho agora:

Com o Luzes da Cidade emocionei-me pelo poder de um ato de amor:

Ri dos trejeitos adoráveis de Buster Keaton tentando impressionar em College:


A beleza sombria deixei para Fausto trazer: 


Enquanto o horror militar vem com O Encouraçado Potekim:

Mas, nada cala tão alto quanto o sorriso forçado de um Lírio Partido:
Silence is a source of great strenght

O Dia em que a Ação Aquietou-se

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O dia que soube do falecimento do John Hughes, senti como se toda minha experiência com o universo teen oitentista destruiu-se. De similar modo ocorreu com meu alter ego cinéfilo quando soube do triste fim de Tony Scott, só que desta vez senti como se toda a adrenalina bem humorada das tardes de cinema da globo tivessem esvaído. A impressão de que parte da minha infância tivesse sido jogada numa ponte, deu espaço a um lado de cinema muito maior... A ação havia se aquietado não apenas naquelas horas retrô, foi em Hollywood que o silêncio fez-se.

É difícil imaginar algum aficionado por películas que não cruzou com os trabalhos dirigidos por Tony - nem irei comentar de outros pontos de sua filmografia. De maneira magistral, Scott trabalhou com grandes thrillers na medida exata de reviravoltas, intensidade amorosa, humor e muitas cores. Não é a toa que astros como Tom Cruise, Catherine Deneuve e Will Smith vieram a trabalhar com ele. Difícil passar impune por suas boas obras. Por óbvio que não deixaria de prestar minha homenagem a ele:

Via Tumblr.
Um dos desaparecidos da 7.ª Arte, Tony marcou o mundo como uma memória adorada. Em suas obras exaltou a fome de viver feito ases indomáveis, com a postura segura de um tira da pesada. Se tudo o que estava feito era bom, o último boy Scout em seus dias de trovão veio com a vingança - as malfadadas chamas da vingança - de um amor à queima roupa. A maré vermelha, por sua vez, trouxe a estranha obsessão por encontrar o inimigo do estado. Na busca por não achar, transmutou-se em um jogo de espiões - Agente Orange vs. A caçadora de recompensas - tentando vencer o diabo. Déjà-vu instalado, nada passou de um sequestro do metrô 123. Tanto querer, tanto agir, só resta concluir: A filmografia de Scott é Incontrolável.

Para finalizar, um vídeo:

Dica de Marcel Camp


I make a movie because it's something that inspires me.

3 Filmes inspirados nas obras de Charles Dickens

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Charles Dickens é um dos maiores nomes da literatura vitoriana inglesa. Com um estilo que foge do realismo, seus romances foram um retrato crítico da sociedade da época. Por tal, seus textos possuem uma grande popularidade. Talvez seja por isto que muitas de suas obras ganharam versões para as telas - desde TV até o cinema. Agora em 2012, precisamente para 30 de novembro, está previsto o lançamento de mais uma destas adaptações: Great Expectations, a qual contará com a bela Helena Boham-Carter e Ralph Fiennes. Inspirada nesta futura estréia resolvi fazer uma lista com alguns livros de Dickens já transformados em obras visuais; Confira a lista:

(1999)
Sinopse: Conta a trajetória de um garoto - sim, é o Daniel Radcliffe - que, após a morte de sua mãe, acaba ficando nas mãos de um padrasto maldoso. Mesmo vivendo em um lar desestruturado, ele acaba sobrevivendo e transformando sua vida em um triunfo. 
Livro inspiração: David Copperfield.

(2002)
Sinopse: Depois da morte do pai, Nicholas Nickleby, sua mãe e sua irmã ficam sem um centavo, decidindo viajar até Londres para pedir a ajuda do irmão mais velho do falecido, Jack. Sentindo imediata antipatia por Nicholas, o tio lhe arranja um trabalho numa escola de garotos dirigida pelo cruel Wackford Squeers. Ralph também tenta usar a beleza da irmã de Nicholas, Kate, para entusiasmar seus investidores. Nicholas não demora, porém, a fugir com o amigo Smike, um órfão sem lembranças da vida pregressa ao internato Dotheboys Hall. No caminho de volta a Londres, os dois cruzam o caminho de Vincent Crummles e de sua trupe de artistas.(sinopse retirada do Cineplayers)

Livro inspiração: Nicholas Nickleby.


(1998)
Sinopse: Aqui se tem uma adaptação atualizada da obra de Charles Dickens; Fixada na história de amor platônico entre uma garota rica e um homem de vida financeira modesta. Ela foi seu amor de infância e ele não consegue evitar de ir atrás desta paixão pueril.

Livro inspiração: Great Expectations.


Neste clima de literatura, resolvi deixar aqui mais um vídeo meu para o vlog do Antes que Ordinárias onde analiso os últimos 6 livros que li; Confiram: 

An idea, like a ghost, must be spoken to a little before it will explain itself. 

Quando compreendi o que é o Amor

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Sempre vi o mundo como este lugar onde eu realmente não pertencia.

O título pode até soar pretensioso, como compreender o amor (falo aqui do romântico)? Não há como delimitar o sentimento em uma definição específica, ou mesmo uma manifestação tal que impeça a dúvida. Sei disto. Mas, a percepção pessoal do que seria esta vastidão ilusória que mistura tesão e carinho, esta sim pode ser revelada. O meu instante ocorreu frente ao filme Antes do Amanhecer, ainda nos idos da boa época da Sessão da Tarde.

Se me perguntarem qual o filme que eu considero mais romântico, com certeza seria este. É simples, arreigado a segundos de compartilhamento e reconhecimento pessoal. Poderia definir como: Uma conversa incessante de duas almas. O arrebatamento é construído  na importância das palavras cedidas e recebidas. Para alguns pode ser visto como "sem graça", para mim é a própria definição do que a intensidade significa, um mergulho interno sem pudores.

Celine e Jesse se conhecem no caminho de suas viagens. Cruzaram e arriscaram, mudando o trajeto para que algumas horas fossem vividas juntas. Há uma ousadia nesta ação, nem falo por serem desconhecidos, quando os dois optaram por saltar do trem, não temeram baixar a guarda e revelar-se. O trivial costuma dominar as relações de hoje... Eles tinham um dia, fizeram mais do que muitos fazem em uma vida.

Numa das cenas mais bonitas da película - que é repleta de momentos preciosos - o casal discute sobre o que seria mais importante na vida. Neste diálogo Celine definiu o amor como algo divino, residindo no espaço entre duas pessoas. Em suas palavras: "Se há algo de mágico neste mundo, deve estar na tentativa de compreender alguém, compartilhar algo. Sei que é quase impossível ter sucesso... Mas, quem se importa? A resposta deve estar na tentativa.":


Em que pese hoje viva um momento mais Jesse, querendo alguma coisa além, as pouquíssimas vezes em que me apaixonei - não sou daquelas que faz juras de amor tão facilmente - vi-me como Celine; Buscando  perceber o espaço entre nós dois.

Para mim não é possível falar de amor sem o conforto de "ser eu mesma" e vice-versa. O silêncio é um outro bom indicativo disto, as vezes palavras não valem tanto quanto o estar junto, ao som de Kath Bloom.


Celine e Jesse se perderam durante anos, até se reencontram no Antes do Pôr-do-Sol. Rever os dois e notar que aquela noite sobre as estrelas foi o referencial de amor deles, só me fez acreditar mais e mais de que compreender o sentir assim não era errado. Quem sabe um dia eu tenha a sorte e encontre o que não temo procurar.

Você não pode substituir ninguém... porque todos somos feitos de belos e específicos detalhes.

Para Vencer o Tédio: Top 5 Garotos Perdidos da Sessão da Tarde

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Não é o tédio a doença do aborrecimento de nada ter que fazer, mas a doença maior de se sentir que não vale a pena fazer nada. 

Todos temos aqueles instantes em que as horas soam compridas, o cenário vira cinza e fazer qualquer coisa soa sem graça. Para isto, o cinema é um santo remédio, basta usar da habilidade escapista daquelas imagens e esquecer do mundo.

Eu descobri esta façanha que é o escapismo cinematográfico quando enveredei para os clássicos da Sessão da Tarde. Foi ali que encontrei o meu antídoto contra o tédio. Pensando nisto, no primeiro vídeo que fiz para o vlog do Antes que Ordinárias, elenquei meu Top 5 Garotos da Perdidos da sessão da Tarde. A listagem faz referência as minhas paixonites da infância; Segue o vídeo:



Como no vídeo eu só mostrei eles e não expliquei a motivação pessoal para cada uma das escolhas, aqui vai:

  • Johnny Castle - Dirty Dancing: O lindo do Patrick Swayze sabia dançar, botava a pose de "putão" e ainda cantava a She's like the wind... Tinha como não amar?
  • John Bender - Clube dos Cinco: Com muito sarcasmo conseguia afastar as pessoas, mesmo, querendo aproximar-se. Fora que tinha um cabelo muito sedoso e um estilo todo grunge.
  • Michael - Os Garotos Perdidos: Muito antes da malfadada saga Crepúsculo, os vampiros invadiram a ala adolescente com muito estilo. Michael acaba se envolvendo com estes graças a uma garota. Um malvado bonzinho.
  • Edward Mãos de Tesoura - Idem: O olhar de Edward tinha um mundo de tristezas misturado com esperança pura e simples... Sim, ele me conquistou com aquele olhar!
  • Duckie - A Garota Rosa Shocking: Engraçado, excelente na hora de referenciar cultura pop, cheio de estilo e sem medo de expressar suas emoção... Este é Phil Dale, a.k.a. Duckie. Agora pergunto: Quem em são consciência trocaria o super cool do Duckie pelo confuso maurinho do Blane? Só a Andie! 

It's called a sense of humor - you should get one - they're nice.

Sexta-feira 13: 5 Filmes de Terror e Rock n' Roll

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Via Tumblr.
Não é de hoje que a combinação rock e o terror funcionam em complementação perfeita. O estilo abusado das duas artes servem de embalo uma para outra, assim, transformando que já era subversivo em maestria de contra-cultura (ou não). O fato é que a mistura de música e cinema tornou-se uma das mais adoradas pelo público, bem como os gêneros aqui citados.  

Acompanhando o clima das postagens de hoje no Antes que Ordinárias - Todas Somos Um Pouco Bruxas! e Deusas do Rock -, resolvi montar uma lista curtinha com horror movies que souberam implementar de forma condizente a magia do rock n' roll.

Segue a lista:

A Hora do Espanto (1985) - Os anos 80 renderam ótimas franquias de terror e o desenvolvimento do estilo rock em várias vertentes. Como não poderia deixar de ser, as películas da época englobaram referido estilo musical. O delicioso terrir A Hora do Espanto traz uma trilha sonora consistente e marcante, trazendo artistas como White Sister, Sparks, Devo e Autograph.

Os Garotos Perdidos (1987): Um dos meus preferidos da Sessão da Tarde, indispensável para todo o fã de vampiros longe das definições atuais. Com relação a trilha sonora... Uau! É muito instigante; O filme é acompanhado de The Rascals, Gerard McMahon, Echo & The Bunnnymen, Lou Gramm e INXS.

Rejeitados pelo Diabo (2005): Quando o assunto é terror nas mãos de Rob Zombie só podemos esperar uma trilha sonora repleta de rock n' roll e riffs de guitarra. Dentre os que assisti dele, Rejeitados pelo Diabo é o meu preferido em matéria musical, já que vaga nas raízes rockeiras. Dentre os artistas temos Terry Reid, The Allman Brothers Band, Blind Willie Johnson, David Essex, Lynyrd Skynyrd e Muddy Waters.

A Volta dos Mortos Vivos (1985): Além de ser uma homenagem divertidamente pavorosa ao clássico do George A. Romero, vem repleto de rock alternativo, pitadas punk e muitas canções para serem ouvidas ao máximo do volume. Compõem a soundtrack: Frances Haines, Tsol, The Damned, The Flesh Eaters, 45 Grave, The Cramps e outros.

The Rocky Horror Picture Show (1975): Este terror musical - clássico filme de Halloween nos EUA - foi concebido para ser uma ópera rock e acertou em cheio. As canções são divertidas, com horror e sexualidade bem exploradas.


Uma ótima sexta-feira 13!


10 Músicas com/sobre Fotografia

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Sou o ponto de referência de qualquer fotografia, e é nisso que ela me induz a me espantar, dirigindo-me a pergunta fundamental: por que será que vivo aqui e agora? Certamente mais que outra arte, a Fotografia coloca uma presença imediata no mundo - uma co-presença; mas essa presença não apenas de ordem política ("participar dos acontecimentos contemporâneos pela imagem"), ela é também de ordem metafísica.





Quando vi a imagem acima no blog Iz Not Me Iz You, não pude deixar de pensar na mística que envolve a arte da fotografia. Nos idos de outrora acreditava-se que uma imagem destas poderia capturar a alma do fotografado, aos poucos a ideia de imortalizar alguém (veja o exemplo das fotografias de mortos) ou algum acontecimento ganhou força, com o acesso mais e mais frequente a câmeras hoje em dia é fácil manter esta tradição. Não é a toa que outras artes se encantaram com o poder de manter imutável uma fração de segundo. Assim, o universo musical nos presenteou com diversas canções com esta temática. Eu fiz uma seleção - tentando misturar ritmos - com 10 Músicas com/sobre Fotografia; A playlist segue:

The Smiths
.
Photobooth
Death Cab For Cutie
.
Photograph
Def Leppard
.
Photographic
Depeche Mode
.
Pictures of Me
Elliot Smith
.
Kamera
Wilco
.
Distant Camera
Neil Young
.
Pictures of Lily
The Who
.
Picture
Kid Rock ft. Sheryl Crow
.
Photograph
Jamie Cullum


Qual a sua Preferida?


Dois Momentos "Elas Cantam Para Ele" de Johnny Depp

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Via Tumblr
QueJohnny Depp< é irresistível muitas irão confirmar, especialmente eu. Entretanto, não só pelas fãs esta irresistibilidade foi explorada; No cinema alguns de seus trabalhos trazem cenas com declarações de amor para si, é o caso dos musicais elencados neste post. Primeiramente trago uma garota correspondida cantando para o lindo do Depp no curioso Cry-Baby, sendo que a mesma solta a voz na esperança de ver seu amor livre da prisão. Após, entrego um musical mais atual e cuja mulher não recebe a afeição recíproca dele:Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet; Onde Helena Bonham Carter arrasa cantando a música mais engraçada do longa.


Graças ao post Rockabilly: O Verdadeiro Pai do Reck n' Roll no Antes que Ordinárias tive inspiração para esta postagem. Abaixo elenco dois momentos ELAS CANTAM PARA ELE do divo, confiram:

Cry-Baby
- 1990 -
"Am I a romantic?
I've seen 'Wuthering Heights' ten times.
I'm a romantic.
"

Original X Regravação: You Spin Me Round (Like a Record)

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"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música."

Esta frase de Aldous Huxley fez-me pensar na força que a música tem como expressão, sintetizando sentimentos e épocas, modificando-se, evoluindo. Valendo-me deste conceito mutatório foi que surgiu a idéia de fazer uma comparação entre a música em seu original e a mesma em sua releitura. Nascia aí mais uma sessão do blog! Já passaram por aqui I Will SurviveIs This LoveThe Mercy SeatLovesong,  WonderwallWill You Still Love Me Tomorow?, I Can't Make You Love Me,  e, hoje, falarei da psicodélica

You Spin Me Round (Like a Record).

Eu que adoro tudo relacionado ao exagero oitentista, não poderia deixar de comentar uma das músicas britânicas mais bem sucedidas da época: You Spin Me Round (Like a Record) foi lançada em 1985 pela banda Dead or Alive. Com uma levada dançante, permitindo variações, fica fácil de notar o porquê desta música possuir versões sendo realizadas até hoje, inclusive, algumas delas usam a música em um segundo plano - caso de Flo Rida. Perante tal, escolhi 09 regravações dos mais variados estilos, que considero merecerem destaque.

A Original:
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Dead or Alive
 - Clássica! -


As Regravações:
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Dope
 - Mais pesada, muito boa. -

Jessica Simpson
 - Não fez meu estilo. -

Indochina
 - Adorei. -

Danzel
 - Totalmente Trance. -

Adam Sandler
 - É para um filme, mas, não resisti. -

Thea Gilmore
 - Uma levada mais folk, bem interessante. -

Thalía
 - Achei aguda demais. -

Alvin e os Esquilos
 - Cute. -

Flo Rida
 - Faz uma versão usando como base a música. -


De qual vocês mais gostaram: 
Da Original ou de Alguma das Versões?


5 Filmes Sobre Divórcio

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Frank Sinatra, imagem retirada de Iz Me Not You
Quando esbarrei com esta imagem do meu Divo-Mega-Master Frank Sinatra só consegui pensar na ironia dela e nos encantos da personalidade dele. Sinatra era galanteador, cheio de atitude, completamente apaixonante pelos motivos errados! Graças a esta fotografia tive a inspiração de fazer uma postagem listando algumas películas sobre um tema complicado: Divórcio. A listagem é feita em ordem cronológica e o único critério que usei foi a intuição; Fiquei com os 5 primeiros filmes que vieram em minha mente. 

Eis o resultado:

(1979)
Este drama capta não só a separação como também o efeito sobre a vida do filho. O processo vai do choque, a adaptação, a luta, até a busca por um consenso e por redenção. Apesar de simplista. trata-se de um filme consistente, com atuações de igual forma.

(1989)
Quando aquelas manias insignificantes começam a irritar... Eis o sinal de alerta! Antes que o final seja um divórcio desastroso, pesado e pronto para guerra, o ideal era recorrer a uma D.R. Ah... Mas quem está disposto? Obviamente que os Roses não! Muito mais num estilo comédia.

(1992)
Presenciar a separação de um casal amigo pode ser o estopim necessário para uma conjectura nova dentro do relacionamento seu. Pois é, Woody Allen sabia disto e explora todas as nuances do desgaste e da frustração existente entre o quarteto. Uma ótima pedida!

(1996)
Prazer culposo de cara! A película é bem mais ou menos, em que pese tenha um conjunto de belas atrizes. Conta a história de três mulheres que passam pelo divórcio e resolvem se vingar dos Ex's. Confessa, dá uma pitadinha de vontade de fazer isto também, não é verdade? 

(2005)
Se um casamento é complicado sem que haja o elemento da inveja, imagina quando ele se aloja de vez na relação! Foi exatamente o que aconteceu na vida deste casal; Ele que sempre sonhou em ser romancista e não conseguiu vivencia ela se tornar um talento na escrita. Filme com um ritmo ótimo.

O Matrimônio é a Principal Causa do Divórcio


Meu nome é Curly Hips Davis

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A mania do Song Pop traz algumas vantagens, como as de rememorar certos hits musicais, como também o de entrar em contato com outros estilos, não tão costumeiros. Este é o caso do Blues. Apesar de haver um grande número de fãs do gênero, pouco ou quase nada se ouve nas rádios populares. Fora a musicalidade maravilhosa, outro ponto curiosamente delicioso do estilo são os nomes dos cantores e bandas... Uma verdadeira mistura de conceitos. Navegando por aí deparei-me com a imagem abaixo, a mesma cria seu nome blueseiro, basta pegar a inicial de seu nome, nome do meio e sobrenome (respectivamente). O meu ficou genial: Curly Hips Davis. E o seu?
Imagem encontrada AQUI
Como sou daquelas que acredita que tudo Ao som de Blues fica mais perfeito, e combinando com o meu novo projeto blogueiro Antes que Ordinárias, escolhi 5 mulheres que são maravilhas do universo blues; Ouça Agora:

Big Mama Thorton - Hound Dog

Koko Taylor - Voodoo Woman


Bonnie Raitt - Love Me Like a Man


Ida Cox - Wild Women Don't Have The Blues


Ruth Brown - Mama He Treats Your Daughter Mean



Catalisadores por Natureza

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Seja por culpa da monotonia, da solidão, de um emprego sem perspectivas, da situação de moradia, de alguns quilos a mais... há dias em que nos pegamos desesperados por mudança. Num clique mental, o que parecia um quadro acertado, distanciava-se do que a alma aspirava. O que fazer?

Uma das revelações mais libertadoras - e devastadoras - fixa-se na realização de que o nosso presente é fruto das pequenas escolhas que fizemos - ou deixamos de fazer -  no passado. O dia em que negou aquele beijo; A festa em que exagerou; A briga que não deu para se retratar; Um esquecimento qualquer; Uma postura nova adotada; É neste jogo de minúcias que nossas vidas vão se formando. Sim, somos nós os catalisadores de nossas existências. 
So, my true nature is to be a catalyst?
A grande magia de ser um catalisador está na variedade de reações possíveis alterando-se as situações. Uma modificação de hábito, como por exemplo a de acordar mais cedo, pode criar a cadeia de ações e reflexos necessárias para que o objetivo do espírito torne-se concreto. Caso a atitude tomada resultou em um desfortúnio, deixe de temer! O catalisador não é consumido durante o processo.

Comigo foi assim, no conforto de uma decisão que há tempos sentia brotar e calava. Cansei de lamentar as dores que me infligi no uso desenfreado de meu livre arbítrio. Nestes poucos meses em que busco por uma vida mais saudável, percebo o reflexo de minhas escolhas no cotidiano. Mudando a energia das variáveis recaí em um presente inesperado. Assim como no filme Mais Estranho que a Ficção, estou vivendo em esperança gloriosa de quem age para salvar a si mesmo.



Assuma seu papel de catalisador e 
Transmute-se!


Suas Mãos em Mim

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Imagem por:Michael G Magin
Senti o calor de suas mãos à distância
Enquanto tocava ela.
Estranhei,
As reconheci de imediato
Como se fossem impressões minhas.
Não creio que tenha notado o que eu percebia.
Juro, estava ligada em sua vida.
Sabia o gosto de sua boca sem beijá-lo,
O cheiro da sua pele sem ter que experimentar,
Foi meu espírito que distinguiu o seu da multidão.
Nada impediu a cegueira sua.
O quase ser,
O quase ter,
O quase amar,
Insuportável!
Tentei alcançar,
Busquei em vão,
Suas mãos não estavam em mim.










Para Acompanhar:

Linhas Tortas

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Pois é, tem quem nasça com uma sina. Desde cedo vai descobrindo que o mundo pessoal é delimitado por um gosto voluntarioso e inevitável, o qual determina o rumo dos mais passionais. Sou uma destas pessoas. Marcada antes de vir para esta Terra. Por mais que tente desviar-me, mirar horizontes distintos... As letras perseguem-me. Não paro; Escrevo e creio e vejo. Assim como disse Gabriel, o Pensador.


- Que que é isso aí, é droga?
- Não, mas faz quem usa viajar.
- É  o que, é arma?
- Não, mas faz quem usa ser mais forte.
- Que que cê vai fazer com isso?
- Eu vendo isso para quem tem o poder de compra dos que não podem comprar. E ajudo aplicar no povo, explico o modo de usar. Eu vendo livros, cara.
- É um bom negócio?
- Honesto e bom, pode crer. E a melhor parte é poder entregar sabendo que alguém vai ler. Tem gente que escreve por ego, ou só para fazer firula. O meu texto é simples, sincero, é tinta que sai da medula. Eu chuto as palavras para fora e elas que vem me buscar, num jogo de bola e gandula.
- Ah, entendi. Quanto é? Vê um aí. Vê um desse aí!
- É R$35,00.



E,aqui tem um pouco da Minha Poética!



Em Cartaz: Assista Agora "Elvira, A Rainha das Trevas"

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Inspirada pela minha postagem "10 Belas do Terror" no blog Antes que Ordinárias, resolvi trazer neste final de semana um superclássico da Sessão da Tarde para o Em Cartaz da semana! Para quem não conhece, esta sessão é recorrente aqui no blog, sempre trazendo opções de filmes completos para curtir! A ideia é disponibilizar alguns títulos não tão acessíveis ou mesmo de domínio público, com o intuito ÚNICO de entretenimento. Espero que gostem! Ademais, em caso de problemas com o filme, entre em CONTATO

Fique com "Elvira, A Rainha das Trevas", vídeos do canal SumelGamer

  • Título: Elvira: Mistress of the Dark
  • País: Estados Unidos
  • Áudio: Inglês
  • DUBLADO
  • Crítica: Um tanto trash, um tanto sexy e muito divertido. Mais informações AQUI.
  • Sinopse: Elvira é a anfitriã de um programa de baixo orçamento sobre filmes de terror, mas tudo pode mudar quando ela herda da tia Morgana uma velha mansão em Fallwell, uma pequena cidade com apenas 1313 habitantes. Ela sonha em vender a casa e ir para Las Vegas, mas encontra dois sérios problemas: o primeiro são os adultos da cidade, que ficam espantados com o modo de como ela se veste e se comporta. O segundo problema é Vincent Talbot, um tio de Elvira que não herdou nada, mas deseja obter de qualquer maneira um "livro de receitas" que também foi herdado por Elvira, que dará a ele imensos poderes para fazer diversos tipos de bruxarias.
  • ADVERTÊNCIA: Cuidado para não se apaixonar por Elvira.



Bom Filme!



Em Cartaz: Assista Agora "Eles Vivem"

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O assunto monstros no cinema surgiu aqui no blog há umas duas postagens atrás; Como sou fascinada pela estranheza destas criaturas que tanto embalaram pesadelos, risos e até crises de consciência, não consegui deixar que o assusto se esvaísse tão cedo. Mas, de que maneira iria abordar a temática? A inspiração veio de uma postagem junto ao grupo do facebook "Cinéfilo, Uni-vos!" que tratava dos tão comentados Cult Movies. Na hora lembrei deste absurdete da década de 80. Então, considerando que a película não é tão fácil de ser encontrado, escolhi ele para o Em Cartaz da semana! Para quem não conhece, esta sessão é recorrente aqui no blog, sempre trazendo opções de filmes completos para curtir! A ideia é disponibilizar alguns títulos não tão acessíveis ou mesmo de domínio público, com o intuito ÚNICO de entretenimento. Espero que gostem! Ademais, em caso de problemas com o filme, entre em CONTATO

Fique com "Eles Vivem", vídeos do canal DANIEL

  • Título: They Live 
  • País: Estados Unidos
  • Áudio: Inglês
  • Legenda: Português
  • Crítica: John Carpenter elabora uma excelente crítica social disfarçada em comédia. Mais informações AQUI.
  • Sinopse: Nada é um trabalhador braçal que chega a Los Angeles e encontra trabalho numa fábrica. Durante uma inusitada operação repressiva, a polícia destrói um quarteirão inteiro do bairro miserável em que vive. Na confusão, Nada encontra óculos escuros aparentemente comuns, porém ao usá-los consegue enxergar horrendas criaturas alienígenas disfarçadas de seres humanos, bem como as mensagens subliminares que elas transmitem através da mídia em geral.
  • ADVERTÊNCIA: Temática adulta com todo o charme oitentista.




Bom Filme!