Archive for fevereiro 2011

Top 5 Momentos do Oscar 2011

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Pois é, ontem foi a noite da 83.ª Cerimônia do Oscar. Como não poderia deixar de ser - vez que fiz um especial Falando de Oscar - vi-me obrigada a comentar sobre a mesma. De forma geral, as premiações transcorreram sem maiores surpresas, já que os favoritos de cada categoria acabaram consolidando-se vencedores. Fiquei muito contente com o Oscar de Colin Firth (merecidíssimo) e desapontada que Lixo Extraordinário acabou não trazendo - parcialmente - a estatueta para o Brasil. Todavia, para não cair da mesmice de comentar os resultados um a um, resolvi listar 5 momentos deliciosos da cerimônia, que teve como principais apresentadores os belos e engraçados: James Franco e Anne Hathaway.

Começando a lista - em ordem decrescente - elenco meu Top 5:

Livro do Mês: Morte no Nilo

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Continuando mais uma das minhas sessões aqui no blog: Livro do Mês. Para quem não sabe ou é a primeira vez que esbarra com meu espaço - Seja Bem vindo! -, possuo alguns tópicos fixos, como por exemplo: RedescobrindoAlém da ArteFilmografia em Fotos e Outros. Então, para dar um espaço maior a literatura, uma vez  a cada 30 dias, falarei de um livro que lerei neste período. Ou seja, uma obra literária mensal!

Para fevereiro escolhi uma autora que adoro - já que sou grande fã do gênero suspense/policial em livros - Agatha Christie e seu: 

Filmografia em Fotos: Marlon Brando

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A junção de talento e sex appeal por muitas vezes soa improvável, ou mesmo inviável. Imagine agora encontrar um ator que possua a combinação exata destes dois fatores e, ainda, consiga levar em seu currículo filmes como: O Poderoso Chefão, Sindicato de Ladrões, Apocalipse Now e Um Bonde Chamado Desejo... Imaginou? Pois é, o único capaz deste feito foi o incomparável divo-mor mais conhecido por Brando. Considerado um dos melhores - se não o melhor - atores de todos os tempos, Marlon recebeu indicações e foi premiado durante toda a sua carreira. Faleceu aos 80 anos em 2004, deixando um espaço gigantesco na cinedramaturgia.

Diante de tantos atributos era inevitável que ele figurasse uma das minhas postagens. Com vocês a Filmografia em Fotos do extraordinário Marlon Brando:

Original X Regravação: Wonderwall

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"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música."

Esta frase de Aldous Huxley fez-me pensar na força que a música tem como expressão, sintetizando sentimentos e épocas, modificanbdo-se, evoluindo. Valendo-me deste conceito mutatório foi que surgiu a idéia de fazer uma comparação entre a música em seu original e a mesma em sua releitura. Nascia aí mais uma sessão do blog! Na primeira postagem falei sobre o clássico disco de Gloria Gaynor "I Will Survive", na segunda sobre Is This Love, na terceira divaguei na extraordinária The Mercy Seat, na quarta falei da romântica Lovesong e, hoje, falarei da bela 
Wonderwall.

Sessão da Tarde: Os Fantasmas se Divertem

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Tim Burton é daqueles que são amados ou odiados. Um meio termo parece destoar, já que seus trabalhos pecam - ou seria acertam - pelo excesso de sua visão. Como não dispenso uma boa esquisitice, é claro que estou no grupo dos que amam o diretor. Todavia, este meu sentimento de apreciação volta-se em grande parte às suas primeiras películas, aonde se via/vê mais do seu elo emocional.

Na minha lista de preferidos do Burton, sem sombra de dúvidas, está uma figurinha carimbada da Sessão da Tarde - pelo menos a da minha época -: Os Fantasmas se Divertem.

Assunto Sério: 5 Celebridades Vítimas de Violência Sexual

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Dia 11 deste mês ocorreu um fato lamentável - usando este termo com toda a força do eufemismo - na cidade do Cairo. Como vocês devem ter conhecimento, a jornalista sul-africana, Lara Logan (foto ao lado), e correspondente da CBS que cobria os eventos e a  renúncia do ex-presidente do Egito na Praça Tahrir - local onde os manifestantes concentravam-se - foi cercada por um grupo de pessoas e atacada por cerca de 20 a 30 minutos. De acordo com a CBS, a correspondente foi salva por um grupo de mulheres e soldados egípcios. A rede afirma que ela não chegou a ser estuprada, mas foi espancada e vítima de violência sexual. 
Noticiado no EXTRA, para ler a matéria em seu conteúdo original clique AQUI.

Com estes fatos em mente, logo lembrei de algumas celebridades que vieram a público com suas histórias de violência sexual e estupro, buscando sempre alertar e conscientizar sobre a gravidade do tema. Assim, pensei em trazer aqui mulheres famosas que enfrentaram agressões deste teor. No Assunto Sério de hoje, 5 Celebridades Vítimas de Violência Sexual:

Semana da Moda no Cinema: Christian Dior, Ralph Lauren, Yohji Yamamoto e Alexandre Herchcovitch

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A última postagem da Semana da Moda no Cinema, a qual foi inspirada pela reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda, cujo o qual destacou-se sobre a atuação de grandes estilistas na criação de figurinos  na sétima arte, contribuindo com a magia, cenário e glamour das películas; Sigo falando de 4 grandes estilistas que também  contribuíram na 7.ª arte: Christian Dior, Ralph Lauren, Yohji Yamamoto e Alexandre Herchcovitch.

Selos

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Recebi alguns selos e desde já agradeço a quem me indicou; Fico feliz e Lisonjeada com isto! Agradeço a todos os que encontram algum encantamento aqui no meu espaço, vocês é que me fazem continuar postando e tentando manter um bom nível de entretenimento.
Então, um Muito Obrigada a: 

Semana da Moda no Cinema: Yves Saint Laurent

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Yves Saint Laurent
during ballet, 1962.
Simplesmente porque eu não resisto a um especial e nem a criar listas, fui inspirada pela reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda. Neste artigo falou-se sobre a atuação de grandes estilistas na criação de figurinos  na sétima arte, contribuindo com a magia, cenário e glamour das películas.

Sabe-se que quando começa a corrida para o Oscar, também se aguarda o festival de belos vestidos - e fiascos - no tapete vermelho. É sempre assim; Além de  se premiar as películas, avalia-se as escolhas fashion e os estilistas. Contudo a conexão entre o cinema e a modavai além; Criar uma personagem também depende do figurino. Perante tal, pensei em fazer um especial falando sobre alguns dos grandes nomes do mundo fashion e suas atuações em filmes. Nasceu a


Como não poderia deixar de ser, sou obrigada a falar do audacioso Yves Saint Laurent.  

Semana da Moda no Cinema: Jean Paul Gaultier

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Desde que o cinema surgiu está interligado com a moda, dentro e fora das telonas. Quando começa a corrida para o Oscar, também se aguarda o festival de belos vestidos - e fiascos - no tapete vermelho. É sempre assim; Além de  se premiar as películas, avalia-se as escolhas fashion e os estilistas.  Nesta semana estou  fazendo um especial voltado a relação Moda e Cinema - inspirado na reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda. 

Por tal, ocorreu-me a idéia de fazer um especial de 01 semana falando sobre alguns dos grandes nomes do mundo Fashion e suas atuações em filmes. Assim surgiu a


Já comentei sobre a elegância de Gyvenchy, a revolução de Chanel e o poder de Armani, agora, nada mais justo do que falar da ousadia de : Jean Paul Gaultier.

Semana da Moda no Cinema: Giorgio Armani

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As várias formas de manifestação artística intercalam-se, bem como as diversas ações criativas. Independente da opinião particular de cada um sobre a moda, impossível negar sua força de criação. O cinema há muito compreende a ligação entre a roupa e o aspecto pessoal. Aliados são! Nesta semana estou  fazendo um especial voltado a relação Moda e Cinema - inspirado na reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda. 


Desta forma, ocorreu-me a idéia de fazer um especial de 01 semana falando sobre alguns dos grandes nomes do mundo Fashion e suas atuações em filmes. Assim surgiu a


Seguindo com o especial, falarei de um estilista reconhecido por sua força,  por seus ternos e pela transfiguração do poder: Giorgio Armani.

Semana da Moda no Cinema: Coco Chanel

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Prosseguindo com a Semana da Moda no Cinema, esta inspirada pela reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda, cujo o qual destacou-se sobre a atuação de grandes estilistas na criação de figurinos  na sétima arte, contribuindo com a magia, cenário e glamour das películas. Vou falar de uma das estilistas que mais gosto: A Incomparável e Revolucionária 





Semana da Moda no Cinema: Hubert de Givenchy

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Simplesmente porque eu não resisto a um especial e nem a criar listas, fui inspirada pela reportagem apresentada no jornal Diário Catarinense, sessão Donna DC, pelo estilista e repórter Xico Gonçalves, página 11, entitulado o Cinema na Moda. Neste artigo falou-se sobre a atuação de grandes estilistas na criação de figurinos  na sétima arte, contribuindo com a magia, cenário e glamour das películas.

Desta forma, ocorreu-me a idéia de fazer um especial de 01 semana falando sobre alguns dos grandes nomes do mundo Fashion e suas atuações em filmes. Assim surgiu a


Como não poderia deixar de ser, sou obrigada a começar com o criador de um dos grandes - senão o maior - ícones da moda cinematográfica: O pretinho básico de Holly Golightly. Ou seja, o elegantíssimo Hubert Givenchy.  

Dois Momentos Irônicos na Trilha Sonora de Nascido para Matar

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No post do Questionário Cinematográfico respondi algumas questões com filmes de um cineasta adorado por muitos, inclusive por mim: Stanley Kubrick. Neste final de semana tive a felicidade de esbarrar com uma de suas películas passando na telinha, mais precisamente no canal TCM durante um especial sobre a Guerra do Vietnã. Nem preciso falar qual é a obra cinematográfica de Kubrick, neh?!

Nascido para Matar é baseado em um livro de Gustav Hasford, chamado The Short-Timers. A trama é claramente dividida em duas partes: o Treinamento e a Batalha. Em ambos os segmentos a principal característica fixa-se na frieza/crueldade, no sabor de desumanidade recaída em cada instante. Com certeza é um retrato bem particular de uma das guerras mais contorversas já registradas.

Como não poderia deixar de ser, a trilha sonora corresponde a altura! Desde as composições específicas para a película até os clássicos da cultura popular, como Paint it Black ressoando nos créditos finais, funcionam. Mas, foram as inserções musicais com ar contraditório que concederam a cena - como se quisessem desdizer o já dito -  as que mais me encantaram.

Desta forma, selecionei duas cenas do filme que combinam músicas improváveis e um gostinho de ironia, bem no estilo ousado de Stanley; Confira:

Selos

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Recebi alguns selos e desde já agradeço a quem me indicou; Fico feliz e Lisonjeada com isto!

Além destes selos, recebi outras 05  indicações a selos que já havia recebido, por isto não os postarei aqui. Agradeço a todos os que encontram algum encantamento aqui no meu espaço, vocês é que me fazem continuar postando e tentando manter um bom nível de entretenimento.

Então, um Muito Obrigada a: 

Trilha Sonora de Adeus: Nothing But a Miracle

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O desapego é uma prática muito complicada e que poucos são realmente capazes de viver. Seja a um estilo de vida, a um projeto inviável, a uma ideia fixa ou mesmo a uma pessoa que há muito deixou de fazer parte do agora, temos a mania de agarrar e não saber o instante de largar. Insegurança domina, imutabilidade instala-se e a estagnação ganha força. Podemos passar muito tempo sem perceber quão tóxica e aprisionadora  é uma situação destas. Somos reféns de um capricho, não de algo real. Rezamos para que um milagre faça que tudo aconteça como sonhamos. Tolos! Impedindo estamos de que o novo aconchegue-se e traga a verdadeira miraculosidade do inesperado. Tem horas que o melhor caminho é o despedir-se, abandonar e recomeçar. Nothing But a Miracle is gonna to bring it back... Então, recomponha-se com o porvir cantarolando com Diane Birch.

Vivendo um/em Hiato

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Choveu como calma. Molhou, mas não enxarcou. Ela andava quieta nos últimos tempos. Pensativa, em epifania, soube da obrigação que sua carne e sua alma gritavam: Como nas séries, por entre as trocas de temporadas, o momento era de pausa. Depois, continuaria.

Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.



A Carta

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Eterno Amor;


Faz exatamente 07 meses, 03 semanas, 02 dias e 13 horas desde o nosso último encontro. Mas quem está contando? A dor que sinto agora é a mesma da partida, com o agravante da saudade.
Algumas noites acordo de sobressalto e, assim na escuridão, clamo seu nome. Percebo meu delírio em seguida. Pergunto-me se foi a melhor decisão, se conhecendo o resultado imediato teria eu mudado meus atos. Minhas lágrimas calam a resposta. Nunca dou atenção ao que sinto.
Por vezes corro para atender ao telefone, na ânsia de que seja você do outro lado, esquecendo-me do fato que alterei o número logo após a despedida. Alterei-o para evitar o reencontro, caso você retornasse do além mar. Não teria a ousadia de aparecer na minha porta, não depois da nossa última conversa.
Nossa última conversa... Fingi não lhe amar, jurei para mim, para seus olhos, que não sentia mais o mesmo. Falei que estava cansada do seu peso. Menti sobre tudo. Decidi não lhe dar alternativas. Sabia, no fundo, que seu caminho era para longe de mim.
Amado, desde que perdemos o contato sinto este pavor intermitente. Ando pela casa vazia e vejo a mancha de vinho que seu jeito atrapalhado presenteou o tapete. Procuro por seus passos molhados pelo chão do quarto, não encontro aquele DVD do Humphrey Bogart que tanto você assistia. O seu cheiro preso naquela camiseta verde que esqueceu é a única coisa capaz de fazer-me adormecer. Estou assustada com a falta que me faz.
Confesso que outros caras vieram aquecer minha cama. Em vão. Por mais que buscasse vestígios seus neles, não encontrava. Uma dose de relações vazias para a inquietude do corpo.
Estou escrevendo-lhe não porque o quero de volta. Tomei minha decisão. Agora é tarde para retomarmos de onde paramos. Não seria tola de exigir isto. Peço, contudo, que vez em quando, mande-me notícias. Não suporto este silêncio, esta angústia de querer saber como você vai indo.
O amor que sinto, que nunca deixei de sentir, por seu encanto é o mesmo. Ele nunca irá mudar. Desisti de ‘nós’ por um ‘você’ melhor. Estava preso demais a mim, decidindo seu futuro, seus sonhos, pelos meus. Não havia como continuar assim. Não com os talentos seus sendo deixados para trás. Você sabe – como eu sei – que foi a decisão mais acertada. Ainda que as feridas gritem e não se curem.
Precisava dizer-lhe isto. Antes que o dia nascesse e meu ser explodisse, antes que a realidade tornasse a correr em minhas veias.
Dei-me conta agora que estou escrevendo-lhe sem ao menos conhecer seu novo endereço. Mais uma de minhas cartas sem destinatário que jaz na segunda gaveta da cômoda a direita do leito. Mais um delírio da madrugada.
Como rezei para que isto tudo fosse simples, mas não é.

Pensando em você,
Da sempre sua Ruiva.

Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.






Superação - I Cried a River Over You

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Nesta minha fase um tanto quanto Jazz, tive algumas surpresas no decorrer dos dias e das emoções que a muito atormentavam meu ser. Então, ao som de Cry Me a River (não a música do Justin, por óbvio!) na divina voz de Ella Fitzgerald, dedico esta postagem a todos aqueles que com seus corações partidos, duvidam que o tempo seja capaz de curar tudo.

Prezado,

Não irei ocultar nenhum fato a você, por mais que meu íntimo insista em negar-lhe a verdade, renegarei meus instintos. Estou aqui para expor até a última gota do meu ser e exorcizar o que a muito já estava morto em mim. Sei bem que não quer ouvir algo que possa ferir-lhe, mas deixei de importar-me com o que pensa há muito tempo. Agora, por mais egoísta que ecoe, só quero saber do meu bem-estar.

Foi assim, gostei dele, pensei nele, amei ele. Algo que muito me surpreendeu, pois, em nada ele fazia meu tipo. Não que não fosse bonito, ele era até demais. Contudo, faltava aquela virilidade com que fui acostumada, aquela intensidade de quem sabe o que quer e não mede esforços para ter. Ainda assim, fiquei encantada por cada detalhe, adorei até os seus defeitos mais irritantes. Ignorei meu sentir. Afinal, não poderia ser real. Ele não combinava comigo. Eu não combinava com ele.

O gostar escondido machucava, gerava um ciúme calado, uma incerteza de sinais, que com o decorrer dos fatos tornou-se algo impossível de passar incógnito: Estava Apaixonada. Fugiu de mim, assim, sem dizer-me o adeus merecido. Não contive minhas palavras e, como criança sem papas na língua, derramei todo meu sentir. Conferi-lhe um poder que os estrategistas jamais permitiriam. Jurava que podia confiar em seus olhos.

Não sei bem o que aconteceu depois, uma névoa enluarada rodeou meus sentidos. E nestas idas e voltas, percebi-me confusa tentando decifrar as razões de seu olhar transmitir esta sensação, de que ele queria algo que eu tenho. Quando me afastava dele, restava presa de novo. Bastava-me um suspiro para cair aos seus pés. Quando distante ficava, corria e implorava por migalhas. Dava-me. Ainda continuo sem saber o que pretendia com isto.

Um dia afirmava sua amiga ser, noutro era sua amada, ou mesmo tinha um lampejo que avisava: “Ele gosta da idéia de ter alguém disponível a amá-lo, mais nada.” Na loucura do amar, provei todos os dissabores; desde a rejeição até a ilusão. Culpa minha ou sua não importa.

Idas e voltas que perduraram tempo demais. A cada segundo, mais ferida ficava. Até que o nevoeiro resolveu dissipar-se. O encanto do luar deu espaço à luminosidade solar. O dia nascendo e a realidade destruindo o que pó já havia tornado-se. Vi um quadro bem diferente do que imaginava.

Ele já tem outra. Passou por mim com outra. O estranho foi que nada senti. Absolutamente nada! Sem lamúrias, sem ciúmes, sem lágrimas, sem mágoas. Apenas uma sensação suave de alívio e frescor. O peso daquela relação viciada acabou, sumiu. E um sorriso tomou meus lábios.

Pronto. Falei. Despejei algo que cri ser incapaz de vir a provar: Minha Libertação. Precisava dizer a você o que eu sentia, pelo puro e simples fato de que necessitava por um fim aquele amor que um dia senti por você.

Não quero ouvir o que tenha a dizer-me. Não quero mais nada que me remeta ao sentimento de outrora. Fico feliz que tenha encontrado alguém. Desejo muito sucesso em sua vida, sinceramente. E agradeço, por mais absurdo que soe, por tudo o que passei com e por você. Percebo hoje que não sou mais a mesma, que não me servem mais os mesmos conceitos. Estou mais segura, mais mulher, mais forte.

Hoje é definitivo: Superei você!


Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.





Amado - somente assim posso chamar-lhe;

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Coragem faltou-me para dizer-lhe o que escrevo agora. Temi que houvesse fraqueza em mim, sabemos - sim - que seu sorriso possui tal efeito... Não queria deixar seu sabor enlouquecer-me novamente. Impossível falar frente a sua face, cara a cara não sei mentir, e não sei se o que lavro é exatamente verdade... sei o que vi... Vi-o, não há como negar. Bem que dizem :"o que os olhos não vêem o coração não sente." Mas isto falso é. Pois sentia muito antes de ver, apenas continuei fingindo, como finjo nesta ao dizer que não o amo. Ai meu Deus como desejei este olhos arrancar! Porque o anseio pede que o mate, e ao fazê-lo sei que não resistiria... Não há culpados neste final. Caso alguém, tenha que condenar eis que minhas córneas julgarei, e como cúmplice meu tolo amor por você. Há desiludidos no término. Uma carta manchada. Um amor inacabado. E a lembrança inerte do que vi. Não me queira mal... Não me queira bem... Não me queira!

Sem Mais delongas..
Adeus minha doce decepção.

P.S.                          Se desejar deste amor continuar, peça para renascer.
Pois da minha próxima vinda à terra, nascerei cega para não mais sofrer.

Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.





Resoluções de Final de Ano

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Nem sempre termino desta forma. Optei por este fim, pois sei que entenderá minhas letras como ninguém. Ambos sabemos que seria assim, que não dependia de nós. As areias do tempo rolaram, e venho despedir-me de você 2009. Passou que quase não pude ver. Sinto como se ainda ontem foi o dia em que nos apresentamos. Veio até mim tão fresco e novo; E eu, ferida e cansada, nem me dei o privilégio de aproveitar seus primeiros momentos.

De cara quis isolar-me e passar por um processo voluntário de cura. Seus ares de início calharam-me tão bem... Saí do luto e ousei fazer planos - novos e antigos tratados para a nossa relação que seguiria. Prometi tanta coisa para este ano que, por vezes, deixei-o correr sem dar me conta dos segundos preciosos que escapavam.

Antes de notar o meio-dia, acordei no carnaval! E mesmo que a velocidade do tempo tenha me feito de vítima, tivemos nossos momentos. Durante o seu período alcancei um dos meus maiores objetivos, tornar-me uma advogada. Ganhei muitas batalhas, surpreendi-me com alguns elogios, descobri qualidades e pessoas inesperadas. Consegui deixar para trás alguém que jurava não ter forças. Aprendi o valor de uma boa e sincera despedida, por mais doída e complicada, tem horas que o finalizar é vital.

E no meio de tantas coisas boas, gargalhadas sinceras, reafirmação de amizades e amores passageiros que temperaram você, derramei muitas lágrimas este 2009. Vi um mito morrer, um anjo retornar ao céu e a força perder a batalha para a doença. Não acreditei quando abri o jornal e nada pude fazer para mudar. A crise financeira aconteceu e alterou o ritmo de muitos, inclusive o meu. Ah... tive decepções, rompimentos e brigas.

Nem tudo que esperei aconteceu, algumas metas simplesmente não tiveram chance. Mas cresci com cada erro, com cada passo, com cada surpresa armada. E não é isso que devemos pedir de cada relação que tivermos? Com você, 2009, experimentei de tudo isto. Sou grata por cada instante que provei.

E é neste balanço que faço, com relato humilde e leviano de tudo que passamos juntos, em que percebo que jamais seria a mesma se com você não tivesse encontrado. Vivi e não me arrependo disto.

Agora com o fim que se anuncia, como de outros 20 e tantos anos, sigo saudosa para uma nova jornada. Todavia, prometo não lhe esquecer e fazer jus a tudo que me ensinou por entre risos e lamentos.

Só nos resta um adeus sentido.
E, para mim, anotar mais uma lista de resoluções costumeiras e inovadoras neste amanhecer de 2010.


Que bom termos passado por isto.
Obrigada!







Confira o texto também no RECANTO DAS LETRAS.









Além da Arte: Alphonse Mucha

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Dance - 1898



A figura esvoaça

No traço implicante do artista.

Art Nouveau dança

Por entre os sonhos de Alphonse,

Por entre as linhas infinitas de 


Mucha.

Me Abraça, Me Aceita

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"Hoje aqui amanhã não se sabe."

Quando estamos sozinhos vivemos em um mundo de sonhos. Sonhamos como seria bom ter alguém, como seria maravilhoso se esse alguém também gostasse das mesmas coisas que você. Mas um dos maiores problemas da solidão é a exigência. Parece loucura, quanto mais precisamos de outra pessoa, mais exigimos que ela seja exatamente aquilo que esperamos.

Filmografia em Fotos: Tura Satana

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Para muitos este nome não deve soar familiar; Outros, ainda, ouviram/viram ela em algum lugar, mas, não se recordam; Contudo, aos mais atentos fãs de Cult e de Quentin Tarantino, este nome é sinônimo de beleza, de atitude e de violência.

Seu primeiro trabalho no cinema foi com o diretor Billy Wilder na pele da prostituta Suzette Wong em Irma la Douce. Contudo, Tura Satana é mais reconhecida pela sua personagem de Faster, Pussycat! Kill! Kill! de visual marcante: Varla, a qual é líder de uma gangue e não foge de uma boa briga.

Sempre restando para si papéis de mulheres sensualíssimas e badasses, Tura não alcançou o sucesso tão de cara. Foi em meados dos anos 90, através de um tal Tarantino e seus fãs que ela se tornou a Lenda Cult que é. Tendo influenciado a criação de personagens como Xena e os filmes Kill Bill.

Se nas telonas a exótica aparência de Tura encantava, na "vida real" acarretou preconceitos e tragédias que lhe marcaram e definiram. Filha de um ator japonês e de uma artista circense nativa-americana (cheyenne), crescer em um ambiente xenófabo não foi nada fácil, sendo sempre alvo de maus-tratos. Com 09 anos Satana foi estuprada por 05 homens, os quais nunca foram condenados. Diante disto, jurando vingança, aprendeu artes marciais logo cedo. Durante 15 anos ela perseguiu e vingou-se de cada um de seus agressores - parece coisa de filme, não?!  

Ainda menor de idade tornou-se dançarina burlesqua - no maior estilo Dita Von Teese. Durante anos atuou desta forma além de fazer ensaios fotográficos nus, até chegar ao cinema e fixar-se. Por um tempo namorou nada mais, nada menos que Elvis Presley, mas como ela nunca foi de seguir regras, negou-se a casar-se com o mesmo.

Em 04 de fevereiro deste ano Tura veio a falecer de insuficiência cardíaca aos 76 anos de idade. Como homenagem a esta diva às avessas fiz a sua curta e interessante Filmografia em Fotos:

Selos

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Recebi alguns selos e desde já agradeço a quem me indicou; Fico feliz e Lisonjeada com isto!


Então, um Muito Obrigada a: 

Questionário Cinematográfico

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Incrível como o cinema pode fazer parte da vida de alguém sem que se dê a devida atenção a ele. Assistimos a tantos filmes - até os mais desatentos de nós carregam consigo uma boa carga - que suas imagens, frases, posturas e, inclusive, ideais arreigam-se no cotidiano. É inevitável! Parte do que somos fixa-se no que é concedido pelos sentidos.

Em determinada ocasião, por entre as minhas pesquisas inúteis, esbarrei com um certo "Questionário Cinematográfico" - no maior estilo 15 em 15. Comecei a ler as perguntas, responder mentalmente e divertir-me com o resultado. A influência inequívoca que acima mencionei restava clara. Parte do que sou firmou-se através da 7.ª Arte.

Então, resolvi compartilhar com vocês as minhas respostas. Se quiserem participar, fiquem a vontade!

The Johnny Cash Project

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Já comentei em postagem anterior que Johnny Cash está no meu Top 3 vozes masculinas que mais gosto. Portanto, quando descobri o The Johnny Cash Project de cara amei.-; Afinal, juntar o trabalho musical deste ícone com a obra (desenho) de artistas variados e de anônimos só poderia resultar em algo belíssimo. 

Uma homenagem a altura do talento de Cash!

Selo

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Recebi um selo e desde já agradeço a quem me indicou; Fico feliz e Lisonjeada com isto!

Informativo

Hoje não estarei publicando. Amanhã voltarei as atividades normalmente.
Enquanto isto, não deixe de conferir a minha nova coluna no Papéis de Circunstâncias sobre:


Espero vocês por lá!

Até Amanhã!


Original X Regravação: Lovesong

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"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música."

Esta frase de Aldous Huxley fez-me pensar na força que a música tem como expressão, sintetizando sentimentos e épocas, modificanbdo-se, evoluindo. Valendo-me deste conceito mutatório foi que surgiu a idéia de fazer uma comparação entre a música em seu original e a mesma em sua releitura. Nascia aí mais uma sessão do blog! Na primeira postagem falei sobre o clássico disco de Gloria Gaynor "I Will Survive", na segunda sobre Is This Love, na terceira divaguei na extraordinária The Mercy Seat e, hoje, falarei da bela 
Lovesong.

Filme de Mulherzinha: Para Sempre Cinderela

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Sou do tipo bem eclética quando o assunto é cinema; Por tal, aviso adorar um bom terror Trash (paradoxal, não?) tanto quanto uma açucarda e batida história de amor. Neste contexto, afirmo que todos temos uma certa cota de películas das quais experimentamos uma overdose das incontáveis vezes que revemos. Bem como, toda a mulher (ou pessoa com tendenciosas paixões platônicas, para ser mais justa), possui a sua lista de comédias românticas, das quais doses cavalares de um absurdo amoroso só servem para mais vezes serem revistas. Eu tenho as minhas, confesso.

Então, resolvi falar sobre um destes ditos "Filmes de Mulherzinha" que adoro rever: Para Sempre Cinderela.

Assunto Sério: Humanitarismo Não Possui Religião

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http://www.invisiblechildren.com/homepage
Um blog possui diversos fins. De modo geral, o humor e o entretenimento estão entre os assuntos mais abordados - inclusive por aqui. Nada contra um conteúdo voltado para a diversão - seria hipocrisia se houvesse -, contudo, há momentos em que se torna inevitável abordar um tema mais complicado/polêmico.

Foi pensando nisto que há um tempo criei a sessão no Nascida em Versos chamada: Assunto Sério.

Hoje, inicio mais uma postagem nesta linha. Confesso que tive dúvidas sobre falar do tema escolhido pela possibilidade de ser má-interpretada; Afinal, religiosidade trata-se de um tópico controverso e muito pessoal. Todavia, por conta de algo que me disseram, não pude ficar inerte.

Dia destes ouvi duas mulheres - desconhecidas - conversando sobre o filme do Chico Xavier e Espiritismo. Com total desconhecimento de causa faziam comentários maldosos sobre esta filosofia e saíram com a pérola: "Dizem que ele ajudou muita gente. Que nada! Não importa o que ele fez; Ela era espírita, então, não conta." Juro que fiquei com uma vontade de discutir....

Poxa, qual é a lógica de valorar os feitos de uma pessoa através de sua crença? O humanitarismo parte de pessoas capazes de doar-se e compreenderem a importância de uma causa, de uma efetiva ação. A religiosidade pode ser a base da  formação pessoal; Mas, não é limítrofe para atos voluntariosos. Pensando nisto, resolvi montar uma lista de 08 Indiscutíveis Personalidades de Ações Humanitárias e/ou Pacifistas, bem como o seu posicionamento religioso, com o intuito de demonstrar que a caridade e luta vai além de rótulos religiosos.

Ressalto que meu objetivo com esta postagem não é fazer apologia a nenhuma crença, quanto menos entrar numa discussão de mérito. Acredito que cada pessoa deve viver sua fé conforme princípios pessoais. Não cabendo a NINGUÉM julgar ou desmerecer tais.

Vamos aos elencados: